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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Telexfree terá que indenizar divulgadores do Espírito Santo - Bomba



Divulgadores ajuizaram ação de rescisão contratual com indenização por danos morais e materiais em face da Telexfree, alegam que contrataram pacote de marketing multinível
O juiz da 10ª Vara Cível de Vitória, Marcelo Pimentel, condenou a Telexfree ao pagamento de indenizações por danos morais e materiais que, somadas, chegam a aproximadamente R$ 10 mil. Os valores serão pagos a dois divulgadores. O magistrado determinou ainda a rescisão de contrato existente entre as partes.
Na sentença, os autores foram habilitados como credores na Ação Civil Pública em trâmite na 2ª Vara Cível de Rio Branco (AC), no valor objeto dos danos materiais e morais.
De acordo com os autos, os autores da ação ajuizaram ação de rescisão contratual com indenização por danos morais e materiais em face da Telexfree, alegando que contrataram pacote de marketing multinível, para investir recursos financeiros e, ao mesmo tempo, divulgar e conseguir outros investidores para a sociedade empresarial, recebendo por esses investimentos e divulgações.
Os valores investidos pelas partes foram respectivamente R$ 3.162,50 (três mil, cento e sessenta e dois reais e cinquenta centavos) e R$ 780,00 (setecentos e oitenta reais).
Em sua decisão, o juiz Marcelo Pimentel é claro quanto ao contrato firmado entre as partes. “Os autores foram instados por agentes credenciados ou mesmo por maciças propagandas veiculadas na mídia, a firmar o referido contrato, sob a promessa de ganho mensal em curto período”, diz a sentença proferida.
Sobre a Telexfree, o magistrado diz que o marketing multinivel é prática comum nos Estados Unidos e que a juridicidade da prática é garantida desde que um produto seja efetivamente comercializado. Caso que não se aplica a empresa citada, que sequer possui autorização da Anatel para, supostamente, vender seus serviços e produtos.
Na sentença, o juiz é ainda mais claro. “A conhecida pirâmide financeira continua a atrair interessados em dinheiro fácil, mediante o mínimo esforço e em muito pouco tempo. Com o mesmo poder de sedução do velho golpe do bilhete premiado, atividades deste tipo guardam peculiaridades. Sua duração é limitada, o produto oferecido tem pouca relevância ou é oferecido fora de valor de mercado, a propaganda é feita por meio de grandes reuniões e treinamentos servem para impressionar potenciais interessados”, analisa Marcelo Pimentel.
Pelos fatos relatados, o magistrado entendeu ser procedente o pedido quanto à restituição dos valores pagos, devidamente corrigidos, bem como quanto à rescisão contratual, tendo em vista que se tratou de um negócio, no mínimo, temerário.

LÍDER FAZ B.O. CONTRA AMEAÇAS DE EMPRESÁRIO


LÍDER FAZ B.O. CONTRA AMEAÇAS DE EMPRESÁRIO
O criador da famosa página de notícias no facebook Multinivel News, Vanderson Ferreira (foto), de Fortaleza,CE, registrou Boletim de Ocorrência em delegacia contra o dono de sua antiga empresa de marketing, a Avante Life, por ter recebido supostas ameaças de morte, que a vítima afirma terem sido gravadas em telefonemas trocados entre ambos.
O motivo das supostas ameaças teria sido o fato da vítima ter deixado a antiga empresa e migrado para outra, no mesmo segmento e no mesmo estado. O líder Vanderson Ferreira tem recebido na sua página do facebook mensagens de solidariedade de líderes e distribuidores de todo o Brasil.
A posição do jornal Loucos por Marketing é que no caso de haver divergências entre as duas partes ou mesmo algum comportamento questionável do distribuidor, nada justifica a atitude da empresa em decidir tirar a vida do distribuidor.
Se a moda pega...
Fonte: Jornal Loucos por Marketing - 30 de Janeiro de 2015

IFREEX: Sann Rodrigues se defende sobre iFreex: “Não tenho nada a ver com isso” Fala Sério é uma piada?


Sann Rodrigues se defende sobre iFreex: “Não tenho nada a ver com isso”
“Não! Chega de atribuírem a mim todos os negócios relacionados a marketing multinível que surgem no mercado.” O desabafo é de Sann Rodrigues, citado semana passada pelo secretário de Estado de Massachusetts William Galvin como divulgador de uma nova modalidade de pirâmide, o iFreex. Em nota divulgada na terça-feira, 30 de setembro, a secretaria estadual alerta para o risco de um novo golpe no mercado.
A secretaria cita que o brasileiro, teria dito que o iFreex é um sistema de telefonia revolucionário e uma versão muito melhor que a Telexfree. Mas Sann Rodrigues se defende, dizendo que não é ‘o cabeça desta nova pirâmide (conforme insinuação do Estado), não tem participação no negócio e que – de toda forma – ela também não funciona nos Estados Unidos’.
“Um grupo com bases na Europa e no Caribe idealizou este sistema e pediu a minha opinião. O que disse é que era interessante e ponto final. Não a tenho e jamais estimulei alguém a fazer, sobretudo nos Estados Unidos onde eu garanto a todos que nunca mais atuarei neste segmento que fez minha família e eu sofrermos imensamente”, disse Sann Rodrigues.
O brasileiro acrescenta que, a exemplo de várias empresas que não desenvolvem seus negócios na América, o iFreex não pode ser comercializado nos Estados Unidos.
“O site da empresa diz que ‘podem participar pessoas de todas as partes do mundo, exceto dos Estados Unidos’. Sendo assim, como podem dizer aos brasileiros que estou por trás? Isso é maldade e certamente dito por alguém que não tem noção de minha realidade atual”, afirmou.
Mas o que ligou o nome de Sann Rodrigues ao iFreex foi realmente o uso de redes sociais, onde ele cita o sistema e a página de cadastro de uma empresa com sede na Europa.
“Eu disse que não farei mais este tipo de negócio nos Estados Unidos. E não farei. Citei a empresa mas não falei para ninguém ‘entre ou vem comigo’. Vivo hoje das consultorias de marketing que dou. E, graças a Deus, sou bastante requisitado neste setor”, destacou o brasileiro que esta semana esteve em São Paulo aplicando palestras.
Na nota oficial, o secretário William Galvin fala diretamente para a comunidade brasileira, o grupo mais afetado no estado pela Telexfree, esquema fraudulento que arrecadou mais de $1 bilhão e que se escondia atrás da venda de um sistema de telefonia VoIp.
Sann Rodrigues salientou que não entende porque seu nome está no processo contra a Telexfree. “Eu não era dono e nem tinha nenhum tipo de participação administrativa na empresa. Eu era um afiliado como milhares de outros e também fui lesado.”
Para o advogado Ludo Gardini, que defende Sann Rodrigues no caso Telexfree, ‘o brasileiro foi usado como bode expiatório, uma vez que seu nome jamais fez parte de qualquer composição da empresa’.
“Sann esteve mais em evidência porque trabalhou muito e teve vários vídeos postados na internet. Mas ele foi vítima e vem colaborando com as investigações da Security Exchange Commission”, afirmou o advogado. “Sua inocência será provada nos próximos dias”, finalizou.

Fonte: Beto Moraes - 30 de Janeiro de 2015

Dólar dispara e supera os R$ 2,67 após fala de Joaquim Levy; Futuro chega a R$ 2,70





Ministro disse que não há intenção de manter o real valorizado articificialmente, o que agitou o mercado cambial, levando o ministério a precisar esclarecer a fala


SÃO PAULO - Após subir mais de 1% ontem, o dólar volta a disparar nesta sexta-feira (30) após a fala do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que afirmou que não há intenção de manter o real valorizado articificialmente. Às 11h50 (horário de Brasília), a moeda norte-americana tinha ganhos de 2,25%, para R$ 2,6697 na compra e R$ 2,6708 na venda. Essa é a maior alta da divisa em quase dois meses. No mercado futuro, o dólar chega a R$ 2,7010, com ganhos de 2,90%.
O impacto da fala no mercado foi tão forte que parece ter surpreendido até mesmo o próprio ministério, levando a assessoria de imprensa da Fazenda a esclarecer o que Levy quis dizer. Segundo nota emitida "Levy referia-se ao mundo e não apenas ao caso brasileiro".
A declaração ocorre em meio às dúvidas do mercado sobre a continuidade do programa diário de intervenção cambial. Em 2013, o Banco Central deu início ao programa de realização de swap cambial todos os dias, ajudando a trazer liquidez para o mercado, porém, no início deste ano a autoridade deu a primeira sinalização de que essas intervenções podem estar próximas de terminar ao reduzir a quantidade de ofertas diárias.
Aliado a isso, ontem a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) mostrou uma elevação das previsões para a inflação em 2015, mas retirou do documento a fala de que o BC fará "o que for necessário" para que neste ano a inflação entre em um "longo" período de declínio que a leve à meta de 4,5% em 2016. Além disso, a autoridade não usou a expressão "especialmente vigilante" do parágrafo que dá diretriz de política monetária.
Com isso, a ata praticamente acabou com as expectativas de que o BC poderia manter seu atual ritmo de aperto monetário. Diante da ata, o mercado começa a acreditar que na reunião de 4 de março a autoridade monetária eleve a Selic em apenas 0,25 ponto percentual. A conclusão que fica é que o BC pode estar mais confortável para reduzir o ritmo de alta da Selic e intervir menos no câmbio devido ao aumento da liquidez no mundo.

Fonte: Infomoney

Ações do setor educacional chegam a cair quase 50% em 2015; é hora de comprar?





Papéis da Ser Educacional são os que mais sofrem e já recuam 47,28%


SÃO PAULO – O setor educacional foi considerado em 2014 um verdadeiro portoseguro frente às incertezas que pairavam acerca do cenário eleitoral e outro problemas macroeconômicos do Brasil. No entanto, essa crença, ao menos até agora, não vem se provando verdadeira em 2015.
Desde o começo do ano até o fechamento do dia 28 de janeiro, os papéis das açõeseducacionais na bolsa vêm marcando queda atrás de queda. A Kroton (KROT3) recuou 19,35%, Estácio (ESTC3) cedeu 30,76%,  Anima (ANIM3) caiu 37,77% desde o começo do ano. Na mesma linha, a Ser (SEER3) recua 47,28% e a Abril Educação (ABRE3) também não escapa e já está 12,05% no negativo nesse ano.
Essa queda aconteceu por conta da mudança das regras de acesso ao Fies, programa definanciamento estudantil do ensino superior do governo federal. Agora, para participar do programa, os estudantes terão que tirar, no mínimo, 450 pontos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e não podem tirar zero na prova de redação. Além disso, também foi definida uma mudança no pagamento para as instituições de ensino que pode prejudica-las no curto prazo.
Seria esse um bom momento para investir nesse setor que subiu tanto nos últimos anos, ou será que até o “porto seguro” da bolsa sucumbiu e não é mais um bom investimento?
Os analistas do banco Goldman Sachs veem essa mudança como prejudicial para as companhias educacionais e, assim, cortou o preço-alvo da Kroton, Estácio e Ser, para assim refletir o maior perfil de risco da indústria. As previsões da instituição para o EV/EBITDA (valor da empresa sobre lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações na sigla em inglês) e P/E (preço sobre lucro, na sigla em inglês) para as empresas foram reduzidas em 27% e 33%, respectivamente.
No entanto, o Goldman afirma que pelo valuation atual dos papéis, a relação risco retorno está em um bom patamar. Os analistas esperam uma taxa de crescimento forte para as companhias nos próximos anos com alta na receita, no EBITDA e no lucro.
O analista Alan Oliveira, da AZ Futurainvest, por outro lado, não está tão confiante no setor como um todo. “A queda foi exagerada e, no curto prazo, o setor pode até reagir, mas as ações educacionais não devem se destacar positivamente na bolsa nesse semestre”, afirma o especialista.
Clodoir Vieira, analista da Compliance Comunicação, segue a mesma linha. Para ele, por mais que a queda tenha sido forte demais, essa não é a hora de comprar ações no setor educacional, uma vez que as empresas ainda precisam se ajustar para as mudanças no Fies.
Fonte: Infomoney

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

TelexFREE: G1 - MPF-ES denuncia donos da Telexfree por telecomunicação clandestina



Sede da Telexfree em Vitória (Foto: Leandro Nossa/G1 ES)

Anatel constatou as irregularidades no serviço VoIP da empresa. 
Advogado disse que ainda não teve acesso à cópia do processo.

Os sócios-administradores da Telexfree no Brasil, Carlos Roberto Costa e Carlos Nataniel Wanzeler foram denunciados pelo Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF-ES) por desenvolverem clandestinamente atividades de telecomunicações no país. Segundo o órgão, a empresa, registrada como Ympactus Comercial Ltda ME, explorava os serviços de comunicação multimídia (SCM) e de telefone fixo comutado (STFC) sem autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
De acordo com o advogado de Carlos Wanzeler, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, eles já estão cientes da denúncia. Segundo ele, um outro advogado que cuida do caso dos sócios da empresa foi até a Vara buscar a cópia do processo, mas não teve acesso ao documento e, por isso, ainda não vai se manifestar sobre o caso.
A denúncia é resultado de uma investigação iniciada em 2013, depois que a Anatel, em uma fiscalização, constatou as irregularidades no serviço VoIP (roteamento de conversação humana usando a Internet) oferecido pela Telexfree.
Segundo o MPF-ES, o serviço funcionava de duas formas. A primeira, por meio de um software instalado nos computadores, em que o usuário podia se comunicar com outras pessoas que também tivessem o programa instalado em suas máquinas. Para esse tipo de serviço, não haveria necessidade de autorização da Anatel.
Mas a Telexfree utilizava um aplicativo, o 99Telexfree, que fazia ligações também para telefones fixos e celulares. Por isso, precisaria de uma outorga da Anatel e contratos com operadoras de telefonia por conta da necessidade de interconexão para funcionamento.
A outra forma utilizada era por uso do sistema conhecido como Call Back, no qual o assinante ligava para o número da prestadora, inseria uma senha e o número do telefone com o qual gostaria de falar. Depois de desligar, o cliente aguardava que o sistema fizesse a rechamada. Para esse tipo de serviço, também seria necessária a autorização da Anatel.
Portanto, segundo o MPF-ES, ficou constatado que a empresa prestava o serviço de comunicação multimídia (SCM), já que o curso das chamadas evidenciava que elas se originavam do computador do assinante, mas, em algum momento, saíam da internet (rede do SCM) e entravam na rede de telefonia pública fixa ou móvel (STFC), ocorrendo uma interconexão com a saída da voz da internet e o acesso à rede de telefonia pública, interconexão que somente prestadoras autorizadas de serviços de telecomunicações podem realizar.
A Procuradoria quer a condenação dos réus nas penas do artigo 183 da Lei nº 9.472/97, a Lei Geral de Telecomunicações. A pena para esse tipo de crime é de dois a quatro anos de prisão, aumentada da metade se houver dano a terceiro, e multa de R$ 10 mil.

Fonte: G1

3 Coisas que os Ricos Dizem com Frequência (Aprenda com eles!)


Coisas que os Ricos Falam (Aprenda com eles)
Humberto comenta: “Navarro, tenho procurado seguir uma sugestão – manter mais contato com mentores e pessoas que já chegaram onde quero chegar – e os resultados estão aparecendo. Uma das coisas que ainda não consigo fazer tão bem é falar ‘Não’, algo que percebi ser comum na rotina destas pessoas. Há algo errado comigo? Obrigado”.
Mentores são o caminho mais prazeroso, rápido e eficiente para o verdadeiro aprendizado. Gente disposta a ouvir, analisar, participar e acompanhar não torna as decisões mais simples, mas gera mais confiança nos responsáveis por tomá-las, e isso faz uma enorme diferença.
É claro que algumas atitudes são mais simples de observar, entender e praticar, enquanto outras requerem mais atenção, disciplina e, muitas vezes, mudança de comportamento. Aprender observando e trocando conhecimento torna esse desafio de praticar menos trabalhoso e dá mais sentido ao dia a dia.

3 coisas que os ricos dizem com frequência

Uma característica comum aos ricos sempre me chamou atenção: eles respeitam suas prioridades, sem parecer arrogantes, ao mesmo tempo em que estão sempre prontos para apostar em uma boa ideia.
Esta característica pode ser facilmente percebida na forma de agir dos ricos, especialmente quando a eles são apresentadas ideias e pessoas. No texto de hoje, procuro resumir essa forma de agir usando frases e reações comuns no cotidiano das pessoas bem-sucedidas.

Ricos dizem “Não”

Tão importante quanto abraçar e investir em boas ideias é saber ficar longe de projetos que não parecem interessantes. Isso pode parecer óbvio, mas o dia a dia da maioria das pessoas mostra que a realidade não é assim – vivemos cercados de gente pedindo “favores” ou “delegando”, e um batalhão de gente atrasada tentando dar conta disso tudo.
Como seres emocionais que somos, temos uma tendência a evitar o “Não” para não gerar antipatia e rejeição no interlocutor. O resultado é que acabamos concordando com decisões capazes de nos prejudicar e a assumir compromissos que claramente conflitam com nossa agenda.
Os ricos e as pessoas bem-sucedidas sabem definir muito bem suas prioridades (e principalmente respeitá-las). O “Não” é uma resposta tão fácil quanto “Oi” e “Tchau”, e isso é frequentemente interpretado como arrogância e uma forma de rudeza. Na verdade, é bem mais simples que isso: não se pode ter e fazer tudo. Demanda demais tira a concentração.
Ricos tem uma agenda cheia e, portanto, precisam decidir com inteligência e bom senso onde e como focar. Você deveria adotar a mesma estratégia: aprender a definir melhor o que é importante, manter-se focado no que faz diferença e falar mais vezes “Não” para aquilo (e aqueles) que não agrega valor ao seu dia a dia (sim, isso é bem subjetivo, mas funciona!).

Ricos dizem “Por que não?”

Ninguém gosta de perder uma boa oportunidade. Os ricos e bem-sucedidos estão ainda mais envolvidos com essa afirmação: eles querem ser apresentados às oportunidades para terem a chance de analisá-las de acordo com seu perfil, prioridades e possibilidades (lembre-se do item anterior).
Assim, da mesma forma que eles falam “Não” com frequência para o que os tirará da rota desejada, eles também falam muito “Por que não?” para projetos e pessoas que apresentem diferenciais e oportunidades de mudança e crescimento. Arriscar é o que frequentemente difere quem é rico e bem-sucedido de uma pessoa “normal”.
Interprete da seguinte forma: se não faz sentido, o rico provavelmente diz “Não”. Se ele se sentiu tentado ou minimamente motivado a investigar e experimentar aquela ideia, ele diz “Por que não?” e envolve-se bastante para entender e extrair dali o potencial possível.
O que nós podemos aprender? Ora, é preciso arriscar mais. Além disso, é preciso que haja mais engajamento, envolvimento e paixão nas atividades que realizamos. Se você é do tipo que só encontra obstáculos na hora de realizar seus projetos, cuidado. Por que não fazer diferente e abraçar novas ideias?

Ricos dizem “Obrigado”

Toda relação e todo projeto, seja ele bem-sucedido ou um fracasso, são poderosas oportunidades de networking e entendimento pessoal. Grandes amizades e parcerias de negócios se constroem a partir de relações sinceras, fundadas na gentileza e na educação. Agradecer é uma forma de reconhecer que você está melhor por causa do outro. Isso é nobre.
Os ricos e bem-sucedidos carregam uma imagem diferente daquela do seu verdadeiro dia a dia. É comum a pecha de “metidos”, “esnobes”, “malas” e até mesmo “mal-educados”. Apesar disso existir bastante entre as pessoas mais ricas, não tome como referência exemplos midiáticos – eles estão lá porque são famosos e precisam de “barulho” para lá ficarem.
Ser rico é muito mais que ficar famoso, que apenas acumular patrimônio ou ter muito dinheiro. Ser rico é ter condições de realizar os próprios sonhos e, ao mesmo tempo, ajudar os outros com suas metas (e elas não precisam ser ancoradas em muitos milhões de reais). Eu falo de outro tipo de riqueza (e você pode ler sobre ela clicando aqui).
Quem é rico de verdade agradece todo santo dia por ser capaz de fazer o que gosta e equilibrar família, trabalho e sonhos! E também fala “Obrigado” para os outros porque entende que ao fazê-lo receberá de volta energia positiva para manter-se focado em seus desafios. Quando o agradecimento não gera nem empatia (isso acontece), o efeito colateral é nulo. Quem agradeceu sempre sai ganhando.
Obrigado. Obrigado por acreditar que a educação financeira pode transformar para melhor sua vida e a qualidade de vida que você deseja oferecer à sua família. Obrigado por fazer parte deste projeto tão importante e sensível. Estes sinceros agradecimentos tornam o meu dia especial. Experimente agradecer mais e melhor quem o cerca e transforme também o seu dia.

Conclusão

Observar mentores bem-sucedidos é uma atividade gratificante porque aprendemos muito sobre como suas atitudes são mais importantes que suas decisões financeiras e/ou técnicas. O que importa no fim do dia é como os desafios são encarados, não os desafios em si.
Aprendo muito com os mentores que escolhi (alguns nem sabem que são meus mentores). O principal que entendi até hoje é que a humildade para dizer “Não” é a mesma para dizer “Por que não?” e “Obrigado”É justamente por reconhecer as próprias limitações que negar e abraçar se tornam atos tão profundos no dia a dia destas pessoas.
Você pode achar que este texto trata de coisas bastante evidentes, e eu terei que concordar com seu ponto de vista. Você também pode achar que eu falo de um grupo de pessoas difícil de encontrar. Pode ser, mas enquanto existirem pessoas ricas de verdade e dispostas a nos ensinar, acho bom a gente continuar procurando e se envolvendo. E parar de reclamar.